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Entenda a intervenção

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A INTERVENÇÃO NA SANTA CASA:

uma brutal violência contra a lei e a Constituição Federal

O que começa errado termina pior ainda. No fim de 2004, tal como agora, mas em muito menor escala, a Santa Casa vivia em dificuldades, por falta dos repasses das verbas contratualizadas com o Ministério da Saúde.

Ao invés de o Municipio ajudar a Santa Casa a ter liberada essa verba no Ministério da Saúde, preferiu, sob a inspiração dos Ministérios Públicos, decretar a "requisição do hospital Santa Casa".

Isso é uma brutal violência contra a expressa proibição de interferência do poder estatal na liberdade e no livre funcionamento das associações e contra o respeito ao direito de propriedade.(art.5º,XVIII,XIX e XXII, da Constituição Federal).

É claro que a falta de verba pública para fazer um hospital particular funcionar adequadamente "não é um perigo iminente" que autorize o poder público a requisitar os bens de uma entidade privada.

Os Ministérios Públicos assinaram uma CARTA AOS ASSOCIADOS pedindo sua compreenção para as medidas, porque entendiam que, naquele momento, o Município tinha melhores condições de negociar o funcionamento do Hospital. E fizeram uma promessa aos associados:

Se o Município não consegue sanear o Hospital com os mesmos 6 milhões mensais, então nem o MP, nem a Prefeitura, nem ninguém poderia alegar mais nada contra a Associação porque não fizeram o que exigiam dela!!

É isso o que está sendo cobrado deles agora!

 

 

 

 

Enquete

Com a Sentença Judicial que determinou a imediata devolução do Hospital para a ABCG qual é a sua opiniao?
 

Notícias em destaque

Senhor Procurador de Justiça Mauri Ricciotti, 

O Senhor talvez não leu, talvez não goste de ler, pelo que demonstra por suas colocações e inverdades escritas sobre a Gestão da Associação Beneficente de Campo Grande – Santa Casa, em seu artigo do dia 2.2.2008 no Jornal Correio do Estado e no Jornal A Crítica do dia 1.2.2009. Inverdades, contrariadas pelos documentos que estão a vossa disposição nos autos do infeliz processo civil que o senhor ajudou a ajuizar contra nossa Instituição de mais de oitenta anos de existência de bons serviços prestados a comunidade de Campo Grande.